Ao trabalhar com cubos OLAP no SQL Server, existem várias operações que podemos precisar realizar, como processamento de cubo e partição, execução de tarefas administrativas e análise. Para executar essas operações, podemos usar três linguagens de consulta: expressões multidimensionais (MDX), expressões de mineração de dados (DMX) e XML para análise (XMLA).
No SQL Server Management Studio, podemos escrever e executar essas consultas. No entanto, há momentos em que precisamos implementá-las dentro de um fluxo que executa outras tarefas em outros serviços, como o mecanismo de banco de dados ou sistema de arquivos. É aí que entra o Integration Services (SSIS).
No SSIS, existem três tarefas e dois componentes que podem ser usados para executar comandos no SQL Server Analysis Services (SSAS):
- Tarefa de Processamento de Serviços de Análise
- Tarefa de Execução de DDL de Serviços de Análise
- Tarefa de Consulta de Mineração de Dados
- Componente de Processamento de Dimensão
- Componente de Processamento de Partição
A Tarefa de Processamento de Serviços de Análise nos permite processar objetos de serviços de análise, como cubos OLAP e dimensões. Após adicionar essa tarefa ao fluxo de controle do pacote, podemos configurar o trabalho de processamento selecionando o gerenciador de conexões apropriado, especificando os objetos a serem processados e definindo a abordagem de processamento.
A Tarefa de Execução de DDL de Serviços de Análise, por outro lado, é usada para manipular cubos OLAP do SSAS executando instruções de Linguagem de Definição de Dados (DDL) escritas na linguagem XMLA. Essa tarefa é semelhante à Tarefa de Execução de SQL usada para executar comandos SQL em um banco de dados. Podemos especificar o gerenciador de conexões, o tipo de origem da instrução DDL e a própria instrução DDL a ser executada.
Ambas as tarefas fornecem uma maneira de se conectar a uma instância do SSAS usando o Gerenciador de Conexões OLE DB. Esse gerenciador de conexões usa o provedor Microsoft OLE DB para serviços de análise. Ao configurar o gerenciador de conexões, podemos especificar o servidor SSAS, o método de autenticação e o banco de dados de análise.
Vale mencionar que, em alguns casos, podemos precisar passar comandos XMLA dinâmicos. Isso pode ser alcançado usando expressões. Podemos construir o comando XMLA dinamicamente e armazená-lo em uma variável. Em seguida, podemos avaliar a propriedade “Comandos de processamento” da Tarefa de Processamento de Serviços de Análise ou a propriedade “Origem” da Tarefa de Execução de DDL de Serviços de Análise como uma expressão usando essa variável.
Ao utilizar essas tarefas e componentes no SSIS, podemos manipular efetivamente cubos OLAP e executar comandos no SSAS. Isso nos proporciona a flexibilidade de integrar essas operações em um fluxo de trabalho maior que envolve outros serviços e tarefas.
Em conclusão, entender como se conectar a uma instância do SSAS usando o SSIS e utilizar a Tarefa de Processamento de Serviços de Análise e a Tarefa de Execução de DDL de Serviços de Análise pode melhorar significativamente nossa capacidade de executar comandos e manipular cubos OLAP no SQL Server. Essas tarefas, juntamente com outras tarefas e componentes relacionados, fornecem um conjunto abrangente de ferramentas para trabalhar com o SSAS.